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    O INFERNO ASTRAL DE AGNELO


    Jornal Opção, de Goiânia

    Governador Agnelo Queiroz: derrotado na Justiça e vaiado no ginásio

    O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), vive um verdadeiro inferno astral. Depois de ser acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal — por pagar R$ 10 milhões acima do valor de mercado pelo aluguel da Vila do Pan, em 2007, quando era ministro dos Esportes —, foi surpreendido pela acusação feita por José Seabra Neto, dono do “Jornal da Quadra”, de que usou caixa 2 para se eleger governador. Seabra confessou que, durante a campanha, recebeu R$ 50 mil semanalmente para produzir matérias favoráveis a Agnelo e contra o ex-governador Joaquim Roriz (PSC). Ao todo, teria recebido R$ 800 mil do então candidato.

    O governador também é investigado por causa da compra de uma casa no Lago Sul de valor incompatível com seu salário de servidor público e, em uma semana, perdeu três ações de indenizações contra o semanário “DF Notícias” e foi condenado a pagar os honorários da advogada do jornal.

Por último, o governador foi vaiado ao entregar a taça ao Brasília, vencedor do campeonato Novo Basquete Brasil (NBB), no Ginásio Nilson Nelson. Mais de 18 mil pessoas vaiaram o governador. E parece que os problemas estão só começando.

    A revista “Veja” garante que, em breve, virão a público indiciamento de Agnelo Queiroz em nove processos. Na avaliação do presidente do PSol, Antônio Carlos de Andrade, o Toninho, há um sentimento de rejeição ao governador em Brasília. “O governo é desastroso em áreas fundamentais, como saúde e transporte.” Ele afirma o que já era ruim ficou pior. “O metrô só anda superlotado e os ônibus velhos não foram substituídos.”

O deputado Izalci Lucas, presidente do PR, diz que o problema do governo é a falta de projeto, de decisão e de liderança. “As únicas coisas que caminham no DF são as obras iniciadas no governo anterior.” Izalci diz que o sonho de Agnelo era ser jogador de futebol e, por não ter competência para governar, transfere seu poder para Paulo Tadeu, secretário de Governo. “É o primeiro-ministro do DF.” Nem a base do governo alivia para Agnelo Queiroz.

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    Deve ler

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